No Dia Mundial da Grávida conheça 10 benefícios de amamentar

Brasil Você sabia?

A amamentação é um dos atos humanos mais antigos que a ciência e medicina defendem, não só pelo impacto positivo que tem a nível físico e emocional na mulher, mas também por tudo de bom que traz à criança e também à mãe.

Embora muitas mulheres optem por não amamentar, seja por questões de saúde, de incapacidade física ou de estética, este ato é natural no sexo feminino e multiplicam-se as campanhas de sensibilização para o fim do tabu criado à volta da amamentação – que ainda continua sendo muito condenada quando feito em público.

Segundo a revista norte-americana Cosmopolitan, a amamentação reduz o risco de câncer de mama, uma vez que a lactação ajuda o tecido mamário a atingir uma maturação completa, algo que não acontece quando a mulher não amamenta.

E por falar em câncer, a ciência também já descobriu que a amamentação reduz o risco da doença nos ovários, uma vez que suprime a ovulação e aniquila os anticorpos que estão associados a este tipo de câncer.

De acordo com a publicação, a produção de leite materno custa à mulher cerca de 500 calorias por dia, algo que ajuda ainda a acelerar o metabolismo e a equilibrar os níveis de glicose no sangue, o que permite, ainda, reduzir a probabilidade de ter diabetes tipo 2. 

A amamentação está ainda associada a um menor risco de pressão arterial elevada a longo prazo, uma vez que os hormônios que ajudam na produção do leite materno (a oxitociona e a prolactina) conseguem ainda diminuir a pressão do sangue, fazendo cair, também, o risco de ataque cardíaco. 

A amamentação está ainda associada a um menor risco de pressão arterial elevada a longo prazo, uma vez que os hormônios que ajudam na produção do leite materno (a oxitociona e a prolactina) conseguem ainda diminuir a pressão do sangue, fazendo cair, também, o risco de ataque cardíaco. 

Os especialistas ouvidos pela revista dizem ainda que amamentar pode ajudar na prevenção de depressões e de doenças crônicas

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