Eunício diz que não vai radicalizar no processo da crise dos caminhoneiros

Brasil Política

Enquanto o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) ataca Governo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), usa um tom mais cauteloso. “Estamos buscando os entendimentos para não fazer nada açodado, para não fazer nada que prejudique a população, que tenha de criar mais carga tributária”, afirmou na chegada ao evento que debate os reajustes dos combustíveis.

Desde a semana passada, tramita no Senado um projeto de lei aprovado pelos deputados que zera três impostos sobre o óleo diesel: CIDE, PIS e COFINS. Mas os senadores não o votaram porque entendem, assim como o Governo, que os cálculos sobre a redução de dois desses tributos ainda estão incertos. A Câmara prevê que o Governo deixaria de arrecadas 3,5 bilhões de reais, enquanto a Fazenda calcula uma perda de quase 10 bilhões. Enquanto isso, o projeto segue parado, “Eu não vou radicalizar nesse processo, não vou fazer nenhuma bravata, vou fazer aquilo que seja racional”.

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