Caminhoneiros cobram medidas de Bolsonaro sobre o diesel e o frete

Brasil

Entidades que representam a categoria manifestaram que o pacote de medidas apresentados pelo governo Bolsonaro nesta terça-feira (16) não contemplam as duas principais questões que afetam os caminhoneiros, são elas: o preço mínimo para o frete e a política de reajuste do óleo diesel.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) divulgou nota afirmando que “reconhece o esforço do governo”, mas que as medidas ainda não são o suficiente. “A entidade sempre posicionou o governo que o maior gargalo da categoria é a fixação dos preços do Piso Mínimo do Frete e sua devida fiscalização”, diz a nota.

Os líderes da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) preferiram não se pronunciar sobre as medidas de investimento e crédito imediatamente. A categoria deve aguardar o detalhamento por parte do governo da nova política de preços do diesel.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que deve se reunir nos próximos dias com sindicatos que representam os caminhoneiros, o presidente Jair Bolsonaro e a equipe do Ministério de Minas e Energia.

Os caminhonheiros fixaram a data de uma possível paralisação para o dia 21 de maio.

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