Bolsonaro aumenta preço da gasolina, 1 dia após dólar bater no céu

Brasil Econômia

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem dó nem piedade do povo, basta ver o preço da gasolina que subiu a partir de hoje (19) mais R$ 0,05 por litro.

De acordo com a Petrobras, o aumento que vigora nesta terça-feira equivale a 2,73% depois de 53 dias sem reajustes.

O diabo é que não é só a gasolina que teve aumento. O preço do diesel também foi elevado em R$ 0,026 por litro, aumento médio de 1,2%, duas semanas após o último ajuste, quando houve corte de 3%.

Evidentemente que o preço do gás de cozinha também irá aumentar para o consumidor. Em algumas praças, o botijão de 13 kg custa mais de R$ 100.

O diabólico aumento no preço da gasolina ocorre apenas 1 dia após o dólar bater recorde histórico de R$ 4,20 desde a criação do Plano Real.

Note o caríssimo leitor que o Brasil é autossuficiente na produção de petróleo a partir da exploração nas jazidas de pré-sal, iniciadas nos governos de Lula e Dilma.
O governo Bolsonaro, por instrução do ministro Paulo Guedes, manteve a dolarização na política de reajuste nos combustíveis desde Michel Temer (que Deus o guarde!). Isto significa que nós, os brasileiros, recebemos nossos salários em real, mas continuamos pagando em dólar pelos derivados de petróleo, qual seja, quando abastecemos o carro ou comprar o gás para cozinhar o feijão nosso de cada dia.

Para exemplificar: os salários, quando existem, são reduzidos e congelados; a gasolina, o gás e o diesel, ao contrário, têm reajuste atrelados ao aumento da moeda norte-americana e à cotação internacional do petróleo.

Portanto, o aumento de gasolina e derivados do petróleo, a partir de hoje, é mais um crime de Bolsonaro et caterva contra a economia popular.

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